Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete brasileiro, lutava contra um tumor no sistema nervoso central desde 2011. Ele foi levado pelo serviço de resgate ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, após passar mal em casa; o falecimento ocorreu em decorrência de parada cardiorrespiratória, conforme atualização da prefeitura local.
Ao longo de mais de uma década, o atleta realizou diversas sessões de cirurgia para remoção de tumores, seguidas de radioterapia e quimioterapia. A luta contra o câncer ganhou notoriedade por meio de relatos que ele compartilhou em palestras e no livro que contou sua trajetória.
O câncer de cérebro representa uma parcela rara dos tumores malignos, de acordo com o Inca, indicando entre 1,4% e 1,8% dos casos globais. Dos tumores de SNC, cerca de 88% tornam-se intracerebrais. Entre os sintomas estão dores de cabeça intensas, crises convulsivas e alterações neurológicas.
Câncer no cérebro
A confirmação diagnóstica envolve exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética com contraste, além de avaliações clínicas e, quando necessário, exames complementares. O tratamento é definido pela tipologia tumoral identificada por biópsia e pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
Em 2022, Schmidt comunicou a interrupção da quimioterapia, explicando que recebeu alta médica e que estava em tratamento conforme orientação do médico. O episódio foi explicado pelo próprio ex-jogador como uma mudança de curso, sem desistência do tratamento.
Especialistas destacam que o prognóstico de tumores de SNC varia conforme o tipo e a extensão da doença. O acompanhamento médico é fundamental para monitorar sinais de recorrência ou evolução, com base em exames periódicos e avaliações neurológicas.
Entre na conversa da comunidade