Alice Ribeiro, jornalista da Band Minas, morreu após um acidente na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). A morte encefálica foi confirmada na noite de 16/4, após o veículo em que ela estava colidir frontalmente com um caminhão.
A repórter de 35 anos retornava de uma pauta sobre a duplicação da BR-381 para reduzir acidentes. No carro, um VW Voyage, também estava o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.
O acidente ocorreu na quarta-feira (15/4). A dupla estava indo para Belo Horizonte após a edição de uma matéria, quando o choque frontal aconteceu. A atuação de equipes de resgate foi rápida, com a transferência de Alice para o João XXIII em helicóptero.
Doação de órgãos
A família autorizou a doação de órgãos de Alice, após a confirmação da morte encefálica. Serão doados rins, pâncreas, fígado e córneas. O coração não é apto para transplante por razões clínicas.
Alice estava na Band Minas desde agosto de 2024, vindo da Band Brasília. A profissional era reconhecida pela dedicação ao jornalismo e pelo apoio a pautas sobre autismo, causa defendida em razão do irmão. A equipe pediu apoio à família.
Legado e desdobramentos
A reportagem sobre a duplicação da BR-381 continuava entre os temas de interesse da emissora. Alice deixa os pais, um irmão, o marido e um filho de 9 meses, carinhosamente chamado de Pedro, ou “astronauta”, pelo capacete usado em participação infantil.
Rodrigo Lapa deixa a esposa e uma filha de 7 anos. O funeral ocorreu na tarde desta quinta, no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte. A Band Minas classificou Lapa como profissional dedicado e reforçou o apoio à família.
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