Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mulher perde casa e se separa por vício em apostas online

Vício em apostas online leva mulher a perder casa, separação e dívidas; SUS amplia atendimento gratuito para dependentes de jogos

Mulher perde patrimônio e se divorcia por apostas online: "último pedido de socorro" - (crédito: Reprodução/redes sociais e Joédson Alves / Agência Brasil)
0:00
Carregando...
0:00

Aos 29 anos, Assíria Macêdo, extensionista de cílios de Fortaleza, teve a vida destruída pelo vício em apostas online. Em um vídeo com mais de 200 mil visualizações, ela narra perdas financeiras, fim do casamento e queda na saúde mental. O relato funciona como alerta público.

Segundo Assíria, o envolvimento com plataformas de apostas começou há cerca de quatro anos, impulsionado por promessas de ganhos rápidos. Os primeiros retornos chegaram entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, o que a levou a continuar apostando.

Com o tempo, a prática evoluiu para compulsão, fazendo com que qualquer valor disponível fosse investido no jogo. Dívidas atuais estariam em torno de R$ 50 mil, incluindo empréstimos com agiotas, segundo a própria vítima.

O impacto atingiu também a família. O marido tentou ajudar, mas acabou prejudicado; eles se separaram. Os pais venderam imóveis para cobrir as dívidas, e a família hoje vive sem patrimônio.

A situação piorou a saúde mental de Assíria, com ansiedade, insônia e medo constante. Ela afirma não conseguir dormir e relata que o estresse impede sair de casa ou manter a rotina de trabalho. A jovem busca tratamento.

SUS amplia atendimento para dependentes de jogos online

O SUS informou, em março, a ampliação do atendimento a dependentes de jogos e apostas. Um teleatendimento em saúde mental passou a funcionar pelo My SUS Digital, disponível 24 horas.

O serviço atende maiores de 18 anos, familiares e rede de apoio. A capacidade inicial é de até 600 atendimentos mensais, com cadastro que inclui autoteste para indicar o nível de risco.

Caso o risco seja moderado ou grave, o encaminhamento ocorre automaticamente para acompanhamento especializado. Em risco menor, a orientação é buscar atendimento presencial na Rede de Atenção Psicossocial.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais