A Polícia Civil investiga a morte de Aylla, uma menina de 1 ano e meio, após atendimento na UPA Ilha do Governador, na zona norte do Rio. A família afirma que a criança chegou com dificuldade para se alimentar, atribuída ao nascimento de um dente pela família.
Segundo o pai, Andrey Duarte de Oliveira, a triagem não indicou gravidade. Foi verificada a pressão e a ausência de febre, recebendo uma classificação de saída. A família diz ter aguardado entre 1 e 3 horas pelo atendimento.
A mãe e o pai relatam que Aylla foi colocada em uma sala sem a presença dos pais, onde teria recebido medicação intravenosa. Dizem que houve aplicação de soro e troca de salas, sem acesso de familiares em momentos cruciais.
A família acusa irregularidades e afirma que não houve assinatura do atestado de óbito, nem acesso ao corpo, que teria deixado a unidade pelos fundos. O caso foi registrado na Polícia Civil, que mantém a investigação em sigilo.
O que diz a UPA
A direção da UPA Ilha do Governador informou que a criança foi atendida conforme os protocolos de assistência. A Fundação Saúde comunicou que abrirá sindicância para apurar os fatos.
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