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Relator defende IA como apoio ao professor, não substituição

Relator defende regulamentação: IA deve auxiliar o professor, não substituí-lo, para proteger dados, evitar dependência intelectual e desinformação

Segundo relator, proposta visa evitar que estudantes se tornem 'dependentes intelectuais' da IA
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O avanço da inteligência artificial acelera a discussão sobre regulamentação no ambiente escolar no Brasil. A proposta visa orientar usos da tecnologia em escolas e universidades, para evitar entradas desordenadas como ocorreu com redes sociais e smartphones.

Segundo o relator da proposta, o Conselho Nacional de Educação, a IA já está presente no dia a dia escolar. A ideia é estabelecer regras para garantir que dados de crianças e adolescentes sejam protegidos e que o uso da IA tenha objetivo pedagógico.

A proposta enfatiza a centralidade do professor, que pode acompanhar o processo de aprendizagem, monitorar situações individuais e detectar dificuldades. A IA seria um auxílio, não substituto do educador.

O objetivo é manter estudantes conectados aos estudos, evitando a dependência intelectual da tecnologia. A iniciativa busca modernizar a educação para o século 21 e proteger professores, alunos e famílias de efeitos negativos, com regras claras.

Entre os riscos apontados estão a possibilidade de reduzir o raciocínio crítico dos jovens, a disseminação de informações incorretas pela ferramenta e a exposição a dados sensíveis sem orientação adequada.

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