O Lotus deve chegar ao Brasil entre o fim de 2026 e o início de 2027, em uma operação conduzida por um importador identificado como LTS, ligado ao grupo Bamaq. A marca não atuará diretamente pela Geely, dona da divisão, marcando uma entrada com estratégia diferenciada no mercado nacional.
A presença visa combinar a herança esportiva da Lotus com foco em exclusividade e eletrificação. A empresa manterá o legado de performance ligado às pistas, ao mesmo tempo em que apresenta uma geração de modelos elétricos para o Brasil.
Herança e estratégia
Fundada por Colin Chapman, a Lotus ficou associada à Fórmula 1 pela inovação, leveza e dinamismo. A nova fase busca aliar essa tradição a um portfólio moderno, com ênfase em alto desempenho e engenharia refinada, dentro do ecossistema Geely.
Portfólio e lançamento
Entre os modelos considerados para o Brasil estão o Emira, esportivo de baixa produção; o Eletre, SUV elétrico de até 918 cv; o Emeya, sedã com 612 cv; e o Evija, hypercar elétrico com 2031 cv, destinado a apenas 130 unidades.
Posicionamento dentro do grupo Geely
A estratégia da Lotus no Brasil é atuar como vitrine de performance do grupo Geely, ocupando um espaço acima de Volvo e Zeekr no portfólio premium. A marca pretende operar com volumes restritos, mirando nichos de alto desempenho.
Contexto de mercado
A chegada da Lotus integra o movimento do Geely no Brasil, que já atua com outras marcas. A proposta é combinar tradição em corrida com tecnologia elétrica de ponta, oferecendo opções de alto desempenho para um público específico.
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