O tempo em que baixar um teclado diferente era a primeira configuração de um celular novo ficou para trás. Hoje, o domínio do teclado nativo do iOS e do Gboard no Android tornou as opções de terceiros pouco utilizadas.
Há décadas, teclados como o SwiftKey e o Fleksy chegaram a revolucionar a digitação, oferecendo previsão de texto e fluidez superiores. Mesmo o Swype impactou o mercado, influenciando recursos que aparecem hoje em várias opções.
Com o avanço do software nativo, as fabricantes investiram pesado em melhorias de entrada de texto. No Android, o Gboard se tornou referência; no iPhone, o teclado embutido ganhou recursos que atendem à maioria dos usuários.
Apesar disso, existe uma parcela que ancora na diversidade de código aberto e em propostas alternativas. Entretanto, esse nicho é hoje mais restrito, rendendo menos visibilidade do que no passado.
A mudança principal, segundo análises, é a maturidade dos teclados originais. Eles já contemplam funções avanadas de personalização, input rápido e suporte a várias línguas, reduzindo a necessidade de instalar opções externas.
Quando e onde isso ocorreu? O fenômeno de consolidação ocorreu ao longo dos últimos anos, em plataformas móveis amplamente utilizadas no Brasil e no mundo. O que impulsionou o movimento foi a evolução interna dos teclados nativos.
Por que está acontecendo? A explicação envolve a melhoria constante da digitação, com foco em precisão, velocidade e usabilidade. Além disso, a compatibilidade entre apps e sistemas favorece soluções já embutidas no dispositivo.
Fontes: reportagem original da Xataka analisa o tema, destacando a mudança de cenário rumo à predominância de soluções nativas sobre opções de terceiros.
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