O maior ônibus articulado do mundo, com 30 metros de comprimento, passa a operar em sistemas de alta demanda. A unidade é formada por três vagões, conectados por articulações, e substitui até três ônibus convencionais. A produção ocorre no Brasil, com tecnologia de chassi desenvolvida pela Volvo na Suécia para uso em corredores BRT.
A capacidade total é de até 300 passageiros por viagem, em ambiente climatizado e totalmente acessível. O objetivo é reduzir a frota necessária, aumentar a fluidez em horários de pico e otimizar o fluxo nas estações de transferência de alta rotatividade.
A organização do veículo inclui frenagem eletrônica, controle de tração e sensores que auxiliam o motorista em manobras complexas. Câmeras de monitoramento e sensores de proximidade devem prevenir colisões em áreas com grande circulação de pedestres.
Segurança e tecnologia
O modelo foi projetado para operar em corredores segregados de BRT, mirando maior pontualidade. O uso em cidades como Curitiba e Rio de Janeiro pode reduzir o intervalo entre saídas dos terminais principais. O ITDP aponta diretrizes que validam a eficiência desses corredores na mobilidade urbana.
Impacto operacional
A adoção do biarticulado oferece menor consumo por quilômetro, redução de emissões de CO2 e maior longevidade de componentes. Além disso, facilita o embarque e desembarque em áreas de fluxo intenso, contribuindo para a gestão pública do transporte de massa.
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