Bianka Acsa Rosa da Fonseca, mulher trans de 36 anos, morreu nesta segunda-feira, 4 de maio, em Belo Horizonte (MG). Ela estava internada em estado gravíssimo desde 7 de abril, quando foi incendiada em Curvelo, na Região Central do estado. O ataque deixou cerca de 80% do corpo de Bianka atingido por chamas. Um homem de 25 anos foi preso três dias depois.
A Polícia Civil informou que o crime ocorreu após uma discussão envolvendo ciúmes e sentimento de posse, relacionado ao término de um relacionamento com o atual companheiro da vítima. O suspeito teria invadido a residência do ex-namorado antes de cometer o ataque.
O ex-companheiro do suspeito, de 18 anos, que era namorado de Bianka trans, não ficou ferido. A apuração aponta que o agressor já havia feito ameaças anteriores, indicando uma escalada de violência. A PCMG ressaltou a gravidade do caso e segue com as investigações para a completa elucidação dos fatos.
A Escola Estadual Interventor Alcides Lins, onde Bianka trabalhava, lamentou a morte em nota publicada nas redes sociais. A instituição destacou a trajetória e a inspiração que Bianka representava para colegas e comunidade escolar.
Motivo e investigação
A polícia informou que o ataque foi movido por ciúmes e desejo de posse, relacionado ao término com o atual companheiro da vítima. As investigações seguem para esclarecer todos os aspectos do ocorrido e identificar possíveis novos envolvidos.
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