O juiz superior de Alasca decidiu que agentes da autoridade de vida selvagem podem retomar a prática de atirar e matar ursos para proteger a manada de caribus Mulchatna, no sudoeste do estado. O objetivo é apoiar a recuperação de uma população que serve de alimento para caçadores nativos.
A decisão ocorreu nesta semana, após recurso movido por dois grupos de conservação. Eles alegaram que o programa carecia de embasamento científico e pediram a suspensão das ações.
O plano envolve o manejo de predadores para reduzir pressões sobre a caribu que pode parir em breve, momento em que filhotes são mais vulneráveis a ataques de ursos e lobos. A avaliação judicial considerou que houve base razoável para aprovar as medidas.
Detalhes do caso
A caribu Mulchatna representa um aspecto tradicional de subsistência para comunidades locais. Autoridades afirmam que as ações são parte de um plano maior de recuperação da espécie, sujeito a revisões periódicas.
A decisão foi anunciada enquanto autoridades ambientais acompanham as fases de acasalamento e nascimento dos becos ao longo do outono. O estado destaca que o manejo é monitorado por meio de dados de sobrevivência e populações.
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