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Subprocurador diz que não há prazo para liberar área da explosão no Jaguaré

Subprocurador afirma que não há prazo para liberação da área da explosão no Jaguaré; prioridade é confortar moradores e avaliar danos individuais

Subprocurador diz que não há prazo para liberar área da explosão no Jaguaré: ‘Primeiro é confortar as pessoas’
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Ao menos 150 pessoas ficaram desalojadas após a explosão ocorrida no Jaguaré, zona oeste de São Paulo. O local permanece sob avaliação, sem prazo definido para liberação, segundo Fausto Junqueira de Paula, subprocurador-geral de Tutela Cível e Coletiva do Ministério Público de São Paulo. A Defesa Civil faz vistoria para medir danos e condições estruturais.

A perícia busca classificar a situação de cada imóvel, com categorias de risco variáveis. O objetivo é dimensionar os impactos e orientar a recuperação dos direitos das vítimas. A atuação do MP foca na segurança, dignidade e proteção dos moradores, especialmente de pessoas em situação de vulnerabilidade.

O trabalho inicial envolve garantir a segurança dos residentes e, em seguida, verificar danos individuais. O Ministério Público atua integradamente para inventariar o quadro e apurar medidas de reparação para as famílias afetadas.

A Defesa Civil e equipes de segurança isolam a área para evitar riscos. Em caso de necessidade, a avaliação incluirá impactos em escolas, moradias, órgãos ambientais e serviços locais, conforme orientação do MP.

Sobre apoio financeiro e acomodação, o MP vai mapear cadastros para entender a necessidade de assistência adicional. Moradores ocupam hotéis ou recebem hospedagem, conforme acordos entre Sabesp e Comgás para fornecimento de suporte temporário.

A expectativa é apurar a extensão dos danos materiais antes de definir responsabilidades legais sobre a explosão. O subprocurador afirmou que a prioridade é confortar as pessoas e determinar laterais de auxílio e reparação.

A área afetada permanece cercada pela Defesa Civil e pela força de segurança, com monitoramento contínuo. As autoridades informam que ajustes nos prazos de liberação só serão definidos após novas avaliações técnicas.

Caso haja qualquer desdobramento relevante, as informações serão atualizadas pelas autoridades competentes, mantendo o foco em dados verificáveis e na proteção dos direitos das vítimas.

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