Ruan Rocha da Silva, 26, foi condenado pela Justiça por furto qualificado ocorrido em Diadema, no ABC paulista, no fim de janeiro. O caso envolve a invasão a uma UBS e o furto de uma lavadora de alta pressão. A sentença foi proferida em 27 de abril.
O juiz Lucas Rosa Monteiro considerou o histórico de delitos de Ruan e fixou a pena em 2 anos e 4 meses de prisão em regime fechado. Pela reincidência, houve aumento de quatro meses. O valor do objeto, cerca de R$ 400, impossibilitou a aplicação da insignificância, conforme decisão.
Ruan foi preso em flagrante no dia 27 de janeiro, pouco após deixar a UBS Jardim Casagrande carregando o equipamento furtado dentro de um saco plástico. Câmeras de segurança registraram a ação; o item foi devolvido à unidade de saúde.
Antecedentes
Na época, Ruan já tinha histórico de condenações por furtos, incluindo uma passagem anterior pelo sistema prisional. Em fevereiro, o Ministério Público apresentou denúncia por furto qualificado.
Durante o processo, o condenado admitiu o furto e alegou ter agido devido a uma dívida com usuários de drogas da região. Negou ter pulado o muro da UBS, afirmando ter aproveitado um vão na grade para entrar.
A Defensoria Pública atua na defesa e recorreu ao Tribunal de Justiça. Em 11 de maio, Ruan assinou termo de renúncia ao recurso, abrindo mão de recorrer.
Contexto adicional
A investigação também relembra um caso de 2017, quando Ruan ganhou notoriedade após ter a testa tatuada à força com a frase sou ladrão e vacilão. A tatuagem ganhou ampla repercussão na época, com relatos de tortura envolvendo dois suspeitos.
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