A primeira semana da 2ª prova piloto do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, realizada pelo IBGE, avançou com testes para aperfeiçoar a coleta nacional. O objetivo é consolidar aprendizados das fases anteriores e validar instrumentos utilizados.
Recenseadores, supervisores e observadores atuaram em setores censitários representativos da diversidade do país, incluindo áreas rurais, periurbanas e comunidades tradicionais. Corumbá, no MS, testou setores com diferentes contextos geográficos.
Em Viamão, RS, e Irati, PR, o foco incluiu visitas a povos e comunidades tradicionais, ampliando o escopo da prova. Também houve ações semelhantes em Uruçuí, PI, e Rio Verde, GO, confirmando o alcance da operação.
Desdobramentos e logística
O balanço preliminar aponta avanços na validação de métodos de coleta e na aplicação dos questionários em campo. Novos blocos temáticos foram testados e o tempo de entrevista foi monitorado para diferentes contextos produtivos.
A logística recebeu atenção especial. Houve acompanhamento do deslocamento das equipes, organização dos setores censitários e dinâmica de trabalho, com ajustes para aumentar a eficiência da coleta.
Reuniões ao fim das jornadas articulam impressões dos profissionais e orientam ajustes imediatos, reforçando o caráter experimental da prova piloto. A avaliação contínua é parte central do processo para a coleta nacional.
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