Uma nova frota de drones de resposta rápida pode transformar a forma de proteger escolas nos Estados Unidos durante tiroteios. Desenvolvidos pela Campus Guardian Angel, os aparelhos prometem chegar ao local do ataque em menos de um minuto após o acionamento do alarme.
O sistema utiliza modelos FPV (visão em primeira pessoa) para maior agilidade. A operação é controlada por pilotos humanos, que ficam em uma central no Texas, e não por inteligência artificial. A tecnologia visa neutralizar a ameaça antes da chegada de autoridades.
Como funciona o serviço
O contrato anual prevê mapeamento 3D da instituição para criar rotas de emergência. Drones ficam em pequenos hangares dentro ou próximos aos prédios, organizados em esquadrões de três unidades.
Ao soar o alarme, as aeronaves decolam automaticamente e seguem rotas pré-definidas para atingir o atirador em até 15 segundos. A intervenção ocorre com supervisão remota dos especialistas.
Intervenções previstas
Caso o suspeito seja menor de idade e empunhando arma, os pilotos utilizam o sistema de áudio bidirecional para instruí-lo a parar. Se o atacante mirar em alunos, o equipamento pode aplicar mecanismos de impacto cinético ou liberar gel de pimenta não letal.
Características técnicas e estágio atual
Os drones, fabricados nos EUA, medem cerca de 25 cm, pesam menos de 1 kg e atingem velocidades de até 65 km/h. Segundo a empresa, não contam com IA, mantendo as decisões sob a supervisão do operador.
Projetos-piloto já estão em andamento na Geórgia e na Flórida, com financiamento público. O custo do serviço varia conforme o tamanho da escola e o número de prédios atendidos.
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