A OpenAI estreia a primeira campanha de mídia integrada no Brasil, ampliando a presença do ChatGPT durante a maior concentração de paixão nacional: o futebol. A iniciativa coincide com a proximidade da Copa do Mundo de 2026 e o interesse pela Libertadores, buscando levar a IA ao cotidiano dos torcedores.
Os filmes, produzidos no Brasil pela equipe criativa local, mostram o ChatGPT como parceiro útil na rotina de quem recebe amigos para jogos e também para empreendedores nacionais. A ideia é associar tecnologia, cultura e rituais brasileiros, com recursos de voz e geração de imagens.
A atualização recente do modelo inclui o ChatGPT Images 2.0, que aprimora a geração de imagens e designs prontos para uso. Isso intensifica a competitividade da OpenAI no mercado brasileiro de IA.
Campanha integrada no Brasil
A campanha prevê veiculação em TV, streaming, mídia out of home, digital, redes sociais e criadores de conteúdo. Ativações devem ocorrer em várias cidades além do eixo Rio–São Paulo, incluindo Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Goiânia.
A parceria com a Globo marca o patrocínio televisivo da Copa do Mundo, expandindo a presença da OpenAI em diferentes formatos. A empresa será cotista em transmissões do campeonato, buscando ampliar alcance no país.
Contexto de investimentos e atuação local
O Brasil figura entre os três países com maior uso semanal de ChatGPT, com mais de 50 milhões de usuários ativos mensais e cerca de 140 milhões de mensagens diárias. PMEs no país também demonstram otimismo sobre IA, segundo estudo da Microsoft.
Em 2025, a OpenAI abriu escritório em São Paulo para fortalecer a presença na América Latina. A meta é aproximar parceiros, clientes e facilitar treinamentos de IA para empresas e organizações sem fins lucrativos.
Logo após, ações de marketing locais ganharam impulso, como a atuação no Lollapalooza Brasil 2026, posicionado o ChatGPT como guia de IA no festival, e o projeto Orelhão do ChatGPT, que levou o assistente a interações telefônicas com fãs.
Sam Altman, em entrevista à Veja, destacou o Brasil como peça-chave para o crescimento global da IA, ressaltando potenciais fontes de energia como solar e nuclear para ampliar a atuação nacional, apesar dos desafios estruturais.
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