O ex-diretor financeiro de uma paróquia em Nova Jersey foi declarado culpado de roubar mais de meio milhão de dólares para financiar um estilo de vida luxuoso. Joseph Manzi, 78 anos, admitiu furto de segundo grau e apresentação de declaração de imposto fraudulenta.
A acusação aponta que agentes encontraram cobranças não autorizadas feitas para benefício pessoal de Manzi na Paróquia de São Leão Magno, em Lincroft. O crime ocorreu antes de ele deixar o cargo no início daquele ano.
Segundo o governo estadual, a investigação constatou uso fraudulento dos cartões de crédito da igreja para pagamentos pessoais, como despesas médicas, ingressos de eventos, viagens de pesca e um SUV Cadillac.
Caso e desdobramentos
Em outubro de 2025, o estado informou roubo de cerca de 500 mil dólares; em maio de 2026, a apuração indicou quase 675 mil dólares, com potenciais valores adicionais ainda sendo verificados.
O estado proponha uma sentença de cinco anos de prisão estadual e busca restituição à igreja. Em agosto de 2025, a paróquia já movia ação civil por suposta apropriação de mais de 1,5 milhão de dólares.
Restituição e acordo
Parte do acordo prevê 1,2 milhão de dólares em restituição à Paróquia de São Leão Magno, caso incluída na confissão de Manzi. Não houve relatos de envolvimento de outras pessoas na fraude.
O caso segue sob apreciação judicial, com as próximas etapas a serem definidas pela Justiça de Nova Jersey, segundo o comunicado da Procuradoria Geral.
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