A Polícia Civil informou que o caso de latrocínio que tirou a vida da Guarda Civil Metropolitana Sara Andrade dos Reis, 34 anos, foi esclarecido com a prisão de um homem e a apreensão de um adolescente. A vítima foi abordada durante o roubo na alça de acesso da rodovia dos Imigrantes para o viaduto Matheus Torloni, na Água Funda, zona sul de São Paulo, em 19 de abril. O crime ocorreu durante o cumprimento de suas funções, quando Sara foi atingida por um disparo após sofrer o roubo do celular.
Segundo a Polícia Civil, a investigação contou com a confissão de um dos envolvidos, mensagens de texto de um telefone apreendido e imagens de câmeras. Um adolescente de 17 anos foi apreendido em cumprimento a mandado de busca e apreensão e confessou que conduzia a moto onde estava o responsável pelo tiro, identificado apenas como Feijuca, 25, já preso.
O adolescente estava com a mãe e a avó em um imóvel na Vila Clara, e não ofereceu resistência. Feijuca já havia sido detido pela Polícia Civil durante operação do 2º Cerco, por posse ilegal de arma. A arma da GCM foi vendida por 8 mil reais, divididos entre os dois, conforme o delegado Clemente Calvo, do Deic. O celular da vítima foi vendido por 150 reais. A pistola passa por perícia e as investigações indicam que a arma apreendida apresentava brasagem retirada, mas as munições conferiam com as usadas pela GCM.
Investigação avança
Para a polícia, o episódio segue o desfecho de uma série de ações no bairro, desencadeadas após a morte de Sara. As autoridades ressaltam que a arma apreendida estava com o brasão raspado, o que motivou perícias adicionais. A Guarda Civil Metropolitana já tinha realizado operações na região em busca de responsáveis pelo crime, contribuindo para o desfecho com a identificação de componentes do roubo.
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