Deolane Bezerra volta a ter o foco de uma investigação criminal. Nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026, a influenciadora foi alvo de operação realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo, por suspeita de ligação com uma facção criminosa e de lavagem de dinheiro. Ela já acumula prisões anteriores em menos de dois anos.
As autoridades informam que há bloqueio de bens da influencer, incluindo 27 milhões de reais sem origem declarada. A apuração aponta recebimento de recursos vinculados à facção e utilizações por vias fracionadas entre 2018 e 2021, além de documentos que indicam repasses de fluxo financeiro.
Daniele Bezerra, irmã de Deolane, manifestou-se publicamente para contestar as acusações, destacando perseguição e alegando que as informações são ilações. Ela diz que acusações são fáceis, mas a prova é o desafio maior a ser feito.
Contexto financeiro e movimentações
Segundo apuração, a investigação cruzou dados de contas físicas e jurídicas para mapear a origem dos recursos. Entre 2018 e 2021, Deolane teria recebido valores de aproximadamente 1,1 bilhão em parcelas ao longo de quatro anos, conforme o inquérito.
A apuração também aponta que empresas associadas à influenciadora teriam recebido cerca de 700 mil de um suposto banco de crédito. A combinação de operações e documentos integra o conjunto de elementos em análise, ainda sem conclusão.
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