A 11ª fase da operação Mute, coordenada pelo Ministério da Justiça, apreendeu mais de 500 celulares em presídios de todas as unidades federativas ao longo de uma semana, encerrando nesta sexta-feira, 22. A ação teve como objetivo conter o uso de aparelhos dentro das unidades.
No Rio de Janeiro, o foco foram presídios ligados ao grupo criminoso conhecido como Povo de Israel, que utiliza celulares clandestinos para golpes e outras práticas criminosas. A prática tem sido apontada como facilitadora de criminosos dentro e fora dos estabelecimentos.
A operação busca localizar e apreender aparelhos usados por organizações criminosas nas penitenciárias, interrompendo atividades ilícitas como tráfico, extorsões, golpes virtuais e ordens externas. Ações de inteligência visam neutralizar as comunicações internas.
Equipamentos tecnológicos são empregados para detectar dispositivos escondidos em celas, galerias e compartimentos improvisados, fortalecendo a atuação de inteligência penitenciária e a neutralização de comunicações ilícitas, conforme imagens registradas pela CNN Brasil.
A iniciativa é da Secretaria Nacional de Políticas Penais, via Diretoria de Inteligência Penitenciária, com ações regionais previstas de forma excepcional, conforme levantamento da CNN Brasil. O Ministério da Justiça divulgará balanço às 11h de hoje com mais dados.
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