O Superior Tribunal Militar condenou um aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército no Rio de Janeiro por injúria racial. Pedro Tavares recebeu a sentença de 1 ano de prisão, em regime aberto, na última sexta-feira, 22. A defesa não respondeu até o momento.
O episódio ocorreu em setembro de 2024, quando Tavares chamou um colega de farda de macaco por duas vezes. A vítima, cabo da guarda, pediu para que o aluno saísse da formação e repetiu a ofensa após questionamentos. Testemunhas deram suporte à versão.
O relator, ministro Carlos Vuyk, afirmou que a investigação comprovou o ocorrido e a intenção de injuriar. O Ministério Público Militar recorreu, levando à anulação da sentença de primeira instância, que havia absolvido o réu por insuficiência de provas.
O CPRR no Rio de Janeiro abriga slogans como escola de civismo e berço de líderes. Os aspirantes a oficial podem servir no Exército por até oito anos, conforme o regime de formação do instituto.
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