O pai Chris Watts tirou as vidas da esposa Shanann Watts, grávida de quase quatro meses, e de suas duas filhas, Bella (4) e Celeste (2). O bebê Nikko morreu junto com a mãe. O crime ocorreu em agosto de 2018, no Colorado, EUA.
A investigação mostrou que Chris reportou o desaparecimento da família em 13 de agosto de 2018. Ao longo do inquérito, foram levantadas evidências que o levaram a confessar os homicídios.
Inicialmente, Watts alegou ter agido porque Shanann teria matado as filhas. Posteriormente, reconheceu ter matado as quatro pessoas. Foi condenado à prisão perpétua pela morte da esposa, do bebê e das filhas.
Arrependimento e revelações na prisão
Na prisão, Watts tem trocado cartas com outras pessoas. Dois interlocutores atribuíram-lhe o único arrependimento: pressionar Shanann a interromper a terceira gestação, do bebê Nikko.
Miguel Canteros, ex-companheiro de prisão, disse ao Daily Mail que Watts lamentou apenas a sugestão de fim da gravidez, sem mencionar as mortes. Canteros afirmou ainda que Watts não citou as filhas ou a esposa.
Outra mulher que trocou mensagens com Watts confirmou o relato: o arrependimento seria pela reação diante da terceira gestação, não pelos homicídios. As mensagens indicam ressentimento pela decisão de Shanann.
Shanann, Bella e Celeste eram alvo da investigação e do julgamento. A perícia e as investigações constataram que Watts matou a esposa, o bebê e as filhas, em uma sequência que chamou a atenção pela brutalidade.
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