Uma sequência de furtos e roubos está preocupando moradores de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. A atuação ocorre principalmente à noite e envolve criminosos em motocicletas disfarçados de entregadores, conhecidos como gangues das motos. No início da semana, foi instalada uma faixa na Rua Lisboa para alertar sobre os roubos, que foi retirada mais tarde pela Prefeitura.
O bairro registra relatos de ataques nas ruas, com vítimas que chegam a perder bens como celulares e dinheiro. Uma moradora de 38 anos, envolvida em ações comunitárias, afirmou que ao menos 50 pessoas contribuíram para a instalação da faixa como forma de pressão por mais segurança. Ela também relatou ter sido vítima de um assalto em março, caminhando com a cachorra.
A violência tem sido destacada por representantes de movimentos locais. Proprietários de comércios relatam aumento de assaltos em áreas com concentração de restaurantes e motoboys. Casos recentes incluem um assalto durante o dia a um casal que esperava motorista de aplicativo e a morte de um jovem em 2023, em circunstâncias ligadas a violência no bairro.
Ações de segurança e respostas oficiais
Segundo a Prefeitura, Pinheiros conta com 7.803 câmeras do programa Smart Sampa e com patrulhamento da Guarda Civil Metropolitana, além de operações como Madrugada Mais Segura e Saturação. A SSP informou que as polícias Civil e Militar intensificaram ações na região.
As autoridades afirmam que a ocorrência ocorrida na madrugada de ontem está em investigação. O objetivo das ações integradas é ampliar a sensação de segurança e reduzir furtos e roubos, especialmente de celulares, na área do 14º Distrito Policial (Pinheiros).
O governo estadual e municipal destacam que as medidas de vigilância e policiamento seguem em andamento, com foco na prevenção de crimes patrimoniais. As iniciativas buscam reduzir reincidências e reforçar a cooperação entre órgãos de segurança e a comunidade.
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