A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta quarta-feira, Bruno Santos Andrade, preventivamente, no âmbito da operação Pantanal. A ofensiva contou com a Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) e apoio de equipes da DRFV, com participação de policiais do Mato Grosso do Sul.
Bruno integrava a cúpula de uma organização criminosa dedicada a furtos de caminhonetes Hilux e SW4. Ele atuava como liderança estratégica, chegando a executar diretamente as subtrações dos veículos de luxo.
Natural de Goiás, o investigado tinha extensa ficha criminal por crimes patrimoniais e atuava em várias regiões do país. Valparaíso de Goiás era usado como base operacional para as atividades ilícitas.
Pantanal e desdobramentos
Segundo as investigações, apenas em outubro de 2025, ao permanecer na capital sul-mato-grossense, Bruno participou de cinco furtos qualificados de veículos.
Após o cumprimento do mandado, foram adotadas as medidas legais cabíveis, com Bruno mantendo-se à disposição do Poder Judiciário. A operação envolveu ainda cooperação entre as forças dos dois estados.
A fonte principal de referência para os dados é a Polícia Civil do Distrito Federal, com informações divulgadas pelo Correio Braziliense.
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