Três parágrafos iniciais para apresentar os fatos: dois homens morreram em uma colisão no acostamento da Queensboro Bridge, em Nova York. O choque ocorreu entre um scooter elétrico em pé e um ciclista, ambos na direção oposta do fluxo. O acidente aconteceu na manhã de quinta-feira, por volta das 8h21, no trecho da ponte que abriga ciclistas e pedestres. A investigação indica que o veículo elétrico não circulava de forma permitida.
Segundo a polícia, o condutor do e-scooter, de 39 anos, seguia para o oeste quando atingiu um homem de 35 anos que seguia para o leste. As vítimas foram encaminhadas ao NewYork-Presbyterian Hospital, no Queens, onde foram declaradas mortas. Fotos do local mostram a bike destruída e o scooter ao lado.
O e-scooter envolvido não era autorizado para uso nas ruas da cidade, pois tinha velocidade superior ao permitido por lei municipal. A velocidade máxima para bicicletas e e-bikes é de 15 mph; scooters em pé com velocidade superior a 20 mph são proibidos em vias públicas da cidade, conforme a prefeitura.
Contexto regulatório
A velocidade elevada do veículo provavelmente contribuiu para a gravidade do acidente, segundo especialistas. O porta-voz da DOT, Vincent Barone, informou que o scooter não deveria circular em vias da cidade.
A organização Riders Alliance, representada por Danny Pearlstein, sugeriu que fabricantes e fornecedores do dispositivo tenham responsabilidade pelo ocorrido, destacando o risco gerado por veículos não autorizados.
A Transportation Alternatives, por meio de Ben Furnas, afirmou que o acidente é evitável e voltou a defender um projeto de lei da Câmara Municipal para restringir a venda de e-bikes com velocidade superior a 20 mph, enfatizando que velocidades maiores aumentam o risco de colisões.
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