Rhuan Maycon morreu aos 9 anos em decorrência de violência extrema ocorrida em Samambaia, no Distrito Federal. O crime, ocorrido há quase sete anos, permanece como um dos casos mais chocantes envolvendo violência contra crianças. A revisão dos fatos ressalta a brutalidade do episódio e a memória que persiste na sociedade.
Rhuan foi removido do convívio familiar aos 4 anos. O pai detinha a guarda, enquanto a mulher com quem ele vivia e a companheira dela fugiram do Acre levando o menino. Ao longo da vida, ele foi submetido a violência física e psicológica, sem acesso adequado a apoio ou proteção.
Segundo a apuração, a mulher que dependia dele cometeu uma série de atos cruéis. Em seguida, mutilou o garoto, retirando pênis e testículos sem anestesia, provocando dores intensas ao urinar. Um ano depois, ele foi assassinado com 12 golpes de faca.
O crime teve desfecho brutal: o corpo foi degolado ainda vivo, esquartejado com a ajuda da companheira e parte foi queimada. O ocorrido ocorreu em Samambaia e completa sete anos no próximo domingo, segundo registros da época. A lembrança do caso permanece como referência de proteção infantil e de ações para evitar novas tragédias.
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