O papa alerta sobre o uso da inteligência artificial em casa e na escola, destacando a necessidade de saber quando não usar a tecnologia. Ele sustenta que a rápida velocidade da IA pode sufocar a nossa curiosidade e o questionamento da verdade.
Segundo o pontífice, respostas prontas ajudam a cultura do imediatismo, gerando cansaço, tédio e menos esforço para compreender a realidade. O aprendizado real, afirma, exige paciência e tempo, algo que a máquina pode tentar substituir.
Além disso, o líder da Igreja Católica lembra que toda tecnologia molda o comportamento e a mente de quem utiliza. O alerta se volta para o papel da educação na construção de hábitos críticos diante da IA.
Pontífice enfatiza educação sobre IA
A exposição precoce a telas sem supervisão é citada como fator que prejudica sono, atenção e regulação emocional. Riscos maiores incluem vício digital, isolamento social, bullying e acesso a conteúdos sensíveis para menores.
O papa também aponta a necessidade de políticas públicas de longo prazo envolvendo governos, escolas e famílias. Ele elogia leis que limitam idade de uso e responsabilizam empresas digitais pela segurança online, em vez de sobrecarregar apenas os pais.
Novo papel das escolas na era digital
As escolas não precisam competir com a velocidade da internet, mas oferecer tempo para convivência e construção de confiança. É preciso repensar avaliações e oferecer formação contínua aos docentes, para estimular pensamento crítico e criatividade.
A reportagem original é baseada em informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para aprofundamento, consulte a matéria completa.
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