Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Edgar Morin discute Brasil, arte e catástrofe provável em entrevistas ao Estadão

Filósofo Edgar Morin, morto aos 104 anos, discutiu Brasil, arte e catástrofe provável em entrevistas ao Estadão; relembre o legado do pensador

Edgar Morin em visita ao Brasil, em 2009
0:00
Carregando...
0:00

Edgar Morin, reconhecido pensador humanista, manteve uma relação de visitas ao Brasil ao longo de décadas, concedendo entrevistas ao Estadão sobre temas como futuro da humanidade, conflitos no Oriente Médio e arte. Ele faleceu aos 104 anos na última sexta-feira.

Em 2002, Morin alertou sobre uma catástrofe provável caso não haja reconexão entre saberes para pensar o destino planetário. Segundo o filósofo, haveria risco de catástrofe ecológica e de escalada de armamentos, com conflitos locais que afetam o conjunto da humanidade, especialmente no Oriente Médio.

Nova perspectiva da humanidade

Na entrevista, ele discutiu a necessidade de caminhos novos para a humanidade após o 11 de setembro. Morin criticou resultados limitados de religiões e educação, defendendo a reforma institucional e a busca por vias conjuntas para uma perspectiva global, além de reconhecer falhas históricas na melhoria das relações humanas.

A grandeza do Brasil

Em 2009, Morin comentou sobre a pluralidade brasileira e a biodiversidade da Amazônia. Defendeu o reconhecimento das culturas indígenas e alertou sobre a devastação causada por modelos de desenvolvimento que desrespeitam essas culturas e a floresta.

Conflito Israel-Palestina

Ainda em 2009, o filósofo apontou que o conflito ganhava complexidade com o aumento do papel da religião na política israelense e com a divisão da Palestina. Disse que obstáculos políticos dificultavam negociações, destacando a influência de mudanças americanas na região.

A importância da arte

Em 2019, Morin ressaltou o papel da arte na construção dos saberes, destacando que um romance oferece compreensão da humanidade que a ciência não entrega. Observou que o poder econômico busca impor uma lógica de vida simplificada, mas a arte e as relações humanas permanecem resistência saudável.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais