A relação entre cirurgião plástico e paciente vai além da operação. Em debate com o Dr. Roberto Kalil, profissionais destacam a importância de alinhar expectativas, combinar procedimentos e seguir as orientações do pós-operatório para resultados duradouros. O programa CNN Sinais Vitais vai ao ar neste sábado, às 19h30.
Marcelo Sampaio, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, sustenta que ouvir o que incomoda o paciente é essencial. Ele exemplifica: alguém pode querer cirurgia na pálpebra, mesmo com o nariz repercutindo menos, se essa era a real queixa. Ouvir o objetivo evita decisões inadequadas.
Luciana Pepino reforça que procedimentos minimamente invasivos somam aos usados na cirurgia tradicional. Em rejuvenescimento facial, pode haver necessidade de remoção de pele acompanhada de reposicionamento. Em casos moderados, tecnologias menos invasivas já ajudam a alcançar o resultado.
Cirurgia e procedimentos
Os especialistas apontam que as opções não competem, elas se complementam. Para efeitos mais marcantes, a combinação de técnicas pode ser necessária. Em resultados mais discretos, escolhas menos invasivas costumam bastar para atender à expectativa do paciente.
Pós-operatório e cuidados
Pepino alerta que o não cumprimento das orientações pode comprometer o resultado. Movimentos bruscos ou cuidados negligentes, ainda no período imediato, podem abrir cicatriz. A paciente pode comprometer todo o trabalho realizado.
A especialista cita ainda fatores a longo prazo. Ganho de peso após a cirurgia pode reduzir o efeito de lifting ou de lipoaspiração. Manter hábitos alimentares adequados é decisivo para a durabilidade dos resultados.
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