Gabriel Ganley, fisiculturista de 22 anos, morreu, segundo laudo provisório do IML, vítima de um problema cardíaco. O exame toxicológico ainda não foi liberado pelo órgão, mas há indícios de que o uso de anabolizantes, divulgado publicamente pelo atleta, possa ter contribuído para o falecimento.
A informação consta na cobertura sobre a morte do atleta. Ganley ficou conhecido por falar abertamente sobre suplementação e treino em suas redes sociais, o que agora é objeto de investigação médica. A confirmação oficial depende do laudo toxicológico final.
Em entrevista ao Fantástico, exibida no último domingo, Catarina de Moura, ex-namorada de Ganley, relatou que os dois haviam retomado o relacionamento no ano seguinte ao término de 2024. Ela afirmou ter ficado surpresa com a transformação física dele.
Catarina contou que, quando se reencontraram, Ganley já estava mais alto e com traços de maturidade que não via antes. Ela descreveu mudanças visuais como o crescimento de bigode e barba, mantendo, porém, a culpa pela mesma essência do homem que conhecera.
A entrevistada ressaltou a memória do que considera o “primeiro e único amor” e expressou o desejo de que a trajetória de Ganley seja lembrada pela dedicação aos sonhos e pela luta para alcançar objetivos no esporte.
Entre relatos de amigos, também ganharam notoriedade episódios de transformação física do atleta. Em publicações anteriores, Ganley chegou a comentar sobre fases de treino intenso, dieta rígida e impacto emocional de mudanças de peso durante a carreira.
As investigações sobre a morte continuam, com a expectativa de a toxiciologia ser liberada pelo IML para confirmar ou afastar a possibilidade de efeitos de anabolizantes na causa do óbito. Até o momento, a hipótese principal é a de um quadro cardíaco súbito.
Gabriel Ganley ganhou notoriedade no meio fitness pela ascensão rápida nas redes e pela dedicação ao treino. A família e a equipe envolvida na carreira ainda não se posicionaram publicamente sobre o desfecho.
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