Um voo da Pegasus Airlines, companhia turca de baixo custo, teve um carregador de celular, do tipo power bank, em chamas a bordo. O incidente ocorreu quando a aeronave ainda taxiava para a pista de decolagem entre Ancara e Izmir. Passageiros foram obrigados a evacuar pela pista usando as escorregadeiras de emergência.
Segundo relatos, o dispositivo começou a apresentar mau funcionamento e emitir fumaça. Os pilotos cessaram a corrida de decolagem e notificaram o controle de tráfego aéreo, acionando o protocolo de evacuação rápida. Não houve registro de feridos.
O carregador foi removido e analisado por especialistas, que encontraram sinais de fumaça e indícios de ignição interna nas baterias. O episódio reforça preocupações sobre o uso de baterias de íon de lítio em voos comerciais.
Contexto regulatório
Em 2025, a Direção Geral de Aviação Civil da Turquia passou a impor restrições ao transporte de dispositivos portáteis alimentados por bateria nas cabines, citando riscos de incêndio. Atualmente, normas locais permitem carregadores, desde que viagem na bagagem despachada e não na cabine.
Panorama internacional
No Brasil, a ANAC proíbe o uso de dispositivos de carregamento portáteis a bordo. A prática mais segura, segundo reguladores, é manter esses itens em bagagem despachada ou transportá-los apenas com as devidas precauções.
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