A pós-doutoranda em psicologia Nicole Virzi, 31 anos, confessou pela primeira vez ter causado a morte de um dos filhos gêmeos de sua amiga durante uma visita a Pittsburgh, nos EUA, em junho de 2024. Ela está detida e aguardando julgamento previsto para outubro. O caso envolve a morte de Leon e a lesão de Ari, travando uma investigação que aponta para possível abuso.
Nicole viajou de New Jersey para a residência da amiga Savannah Roberts e do marido Ethan Katz, onde os gêmeos Leon e Ari tinham seis semanas. Segundo relatos, ela cuidava dos bebês durante a estadia.
O bebê Leon faleceu horas após uma queda suspeita durante a vigília de Nicole. A autópsia apontou traumatismo contuso com múltiplas hemorragias cerebrais, compatíveis com abuso. Ari ficou internado com ferimentos, mas sobreviveu.
Prova e confissão
Após mais de 11 horas de interrogatório, Nicole admitiu que machucou Ari e que tirou a vida de Leon por ter ficado com raiva de trabalhar como babá durante a semana de férias. Segundo o depoimento, ela relatou que sacudiu Leon com força e o deixou cair, chegando a ouvir um estalo.
Ela disse ainda que tentou ocultar seus atos, afirmando em muitos momentos que não havia envolvimento com a morte de Leon. A juíza responsável decidiu que a confissão será usada como prova no julgamento, mesmo contestação de defesa.
Desdobramentos legais
O caso ganhou repercussão após o anúncio de que Nicole pode enfrentar pena de morte. O julgamento está marcado para outubro e, neste momento, não houve decisão definitiva sobre a responsabilização penal. A família de Savannah Roberts não se pronunciou sobre o ocorrido. As informações são baseadas em registros judiciais e no material divulgado pelo DailyMail.
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