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Não pular nas águas das Cataratas do Iguaçu: entenda os riscos

Acesso às águas perto das Cataratas do Iguaçu é proibido por riscos de correnteza e queda, com equipes de resgate em risco

Turista pulou nas Cataratas do Iguaçu para pegar celular
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O que aconteceu: um turista brasileiro entrou na água próximo às Cataratas do Iguaçu para recuperar um celular que havia caído no rio. O episódio ocorreu na manhã de sábado, 6, no lado brasileiro do parque. A ação foi rapidamente contida pelos bombeiros civis presentes no local.

Quem está envolvido: conforme a concessionária Urbia Cataratas, responsável pela visitação, o visitante foi acompanhado até o fim do passeio pelos bombeiros civis, que orientaram sobre procedimentos de segurança. O turista foi retirado do parque em seguida.

Quando e onde: o ocorrido aconteceu na manhã de sábado, 6, nas proximidades das quedas do conjunto das Cataratas do Iguaçu, no trecho brasileiro do parque. A área é monitorada por equipes fixas durante todo o dia.

Por que é perigoso: o Rio Iguaçu apresenta correnteza forte e grandes volumes d’água, o que transforma descuidos em riscos graves. A região abriga cerca de 275 quedas ao longo de 2,7 quilômetros, com a Garganta do Diabo atingindo alturas superiores a 80 metros.

Dados técnicos: a vazão média das Cataratas fica em torno de 1.500 metros cúbicos por segundo, podendo aumentar em períodos de chuva. Em episódios extremos, o fluxo já chegou a 24 milhões de litros por segundo, levando ao fechamento de passarelas por segurança. Na Garganta do Diabo, a vazão média é de cerca de 1.800 m³/s.

Medidas de segurança: é proibido ultrapassar gradeamentos, sentar-se em guarda-corpos ou acessar áreas restritas, inclusive para fotos ou buscas de objetos. A Urbia Cataratas mantém bombeiros civis em monitoramento constante nas trilhas e na passarela para a Garganta do Diabo.

Operação de resgate: a administração informa que, em casos de perda de pertences no rio ou encostas, a equipe de bombeiros pode acionar resgates imediatos ou posteriores, conforme as condições. O trabalho ocorre com apoio de equipes de segurança e, quando necessário, da Polícia Militar.

Impacto para visitantes e equipes: além do risco para quem adentra áreas proibidas, ações como a do sábado podem colocar em risco profissionais de resgate. A gestão do parque reforça que as normas existem para proteger visitantes e trabalhadores.

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