A Polícia Civil de São Paulo investiga as irmãs Daniele Bezerra Santos e Dayanne Bezerra Santos, além da mãe Solange Alves Bezerra, pela suspeita de participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado. O foco é o envolvimento em empresas de fachada que movimentariam recursos ilícitos.
O inquérito, ligado à Operação Vérnix, aponta que as investigadas são sócias de empresas que teriam funcionado como veículo de lavagem. Entre os nomes citados está a empresa DSDD Cobranças e Informações Cadastrais LTDA., com Daniele como sócia e administradora, Dayanne e Solange como sócias.
A apuração também envolve comunicações entre as investigadas e o contador Eduardo Affonso Rodrigues, já indiciado no caso, bem como contatos com Everton de Souza, conhecido como Player, apontado como operador financeiro. A rede seria responsável pela circulação de dinheiro de origem criminosa.
A Polícia Civil ainda não detalhou o papel específico das familiares no esquema nem o montante movimentado. Em resposta, a defesa de Deolane nega informações sobre a relação entre os familiares e afirma que os dados serão esclarecidos no processo.
Pelo menos até o momento, aparecem no boletim de investigação Deolane Bezerra, o líder do PCC Marcola, o irmão Marcolinha e outros investigados, sob indícios de participação na lavagem associada a negócios de fachada. A defesa afirma que as atividades das empresas serão explicadas durante o devido processo.
Contexto da investigação
- A investigação busca esclarecer a relação entre as empresas citadas e o fluxo de recursos de origem ilícita.
- A atuação de Preta, esposa de Marcolha, também é mencionada, com suposta conexão a estruturas de fachada ligadas ao esquema.
- O inquérito ainda não consolidou o papel específico de cada envolvido nem o valor movimentado.
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