Mariângela Silveira Moreira, ativista da Rede Feminina de Combate ao Câncer, morreu aos 67 anos devido a um infarto. A instituição atende pacientes com câncer em situação de vulnerabilidade social no Hospital de Base de Brasília. A morte mobilizou familiares, amigas e voluntárias da Rede, que prestaram homenagens nas redes sociais.
Mariângela dedicou-se à causa após enfrentar um câncer de mama. Segundo a sobrinha, a atuação ganhou força a partir da experiência pessoal, transformando-se em missão de prevenção e apoio ao tratamento. A Rede Feminina é uma referência na assistência a pacientes acompanhadas pela instituição.
Entre as pessoas mais próximas, a lembrança é de uma pessoa alegre, que levava leveza aos encontros. Uma amiga comentava que Mariângela valorizava a vida e promovia o otimismo, mesmo em momentos difíceis. Ela era reconhecida pela habilidade manual e pela participação em atividades artesanais.
A família relatou que a morte foi repentina e que ainda não há informações sobre o velório. A atuação comunitária de Mariângela, marcada pela alegria e pela dedicação, fica como legado para quem conviveu com ela na Rede Feminina.
Legado e reação
Familiares destacam a atuação de Mariângela como inspiração para outras pessoas envolvidas na causa. A sobrinha relembra a convivência com uma pessoa muito querida no meio familiar e no voluntariado. Amigas ressaltam que a ativista enfrentou a doença com coragem.
A aposentada que era próxima de Mariângela também ressalta o espírito de esperança que a acompanhava. Segundo ela, a vida continua em meio à lembrança do que foi compartilhado e ao compromisso com a prevenção do câncer.
A Rede Feminina, por meio de suas integrantes, afirma que Mariângela deixa uma marca de acolhimento a pacientes em situação de vulnerabilidade. A instituição segue centrada no suporte a quem precisa, mantendo o legado de dedicação à prevenção e ao tratamento do câncer.
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