O Conselho da cidade de Nova York recebeu nesta terça-feira uma solicitação de 29 de seus 51 membros para que o uso de inteligência artificial nas escolas seja interrompido. A carta sustenta que a tecnologia representa risco ao aprendizado e à saúde mental dos estudantes.
O grupo lista preocupações sobre desenvolvimento cognitivo, pensamento crítico e privacidade dos alunos. A manifestação foi assinada por vereadores que pedem pausa até que existam regras claras com participação pública e de especialistas.
O pedido se soma à pressão de pais que também defendem a moratória. O prefeito Zohran Mamdani ainda não se posicionou de forma definitiva sobre a suspensão, mas sinalizou apoio a reduzir o tempo de tela nas escolas.
Governo e orientação escolar
A prefeitura e a Secretaria de Educação estão revisando diretrizes sobre como os professores podem usar a IA em sala de aula. A versão final do guia educativo deve ser publicada neste verão, dando diretrizes para a integração da tecnologia.
Diante do debate, escolas da cidade têm adotado a IA de forma cautelosa. Em especial, houve bloqueio temporário ao acesso ao ChatGPT em determinado momento, durante as primeiras fases de implementação.
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