O que aconteceu: a Sagrada Família, em Barcelona, celebra o centenário da morte de Antoni Gaudí com a conclusão simbólica da Torre de Jesus, a torre-coroamento da igreja. A finalização, aos 172,5 metros, marca um ponto alto na obra inacabada há décadas.
Quem está envolvido: Gaudí, arquiteto do projeto, dedicou a vida à obra desde 1883. A equipe atual de construção dá continuidade às propostas originais, mesmo diante das incertezas sobre as intenções originais do criador.
Quando e onde: a conclusão da torre foi anunciada para ocorrer neste 2026, em Barcelona, Espanha. O acidente que revelou a morte de Gaudí completa cem anos neste ano, remontando ao dia 7 de junho de 1926.
Por quê: a obra, iniciada em tempos distintos, tornou-se símbolo de persistência arquitetônica. Gaudí, que não viu a obra concluída, deixou maquetes e desenhos que guiam o prosseguimento sem cálculos modernos.
A história do arquiteto: Gaudí nasceu em Catalunha e construiu a Sagrada Família substituindo o projeto original de Villar. Doenças, guerras e a própria ambição do templo moldaram uma trajetória marcada pela busca de formas naturais.
A visão de Gaudí: o desenho baseava-se em catenárias e na natureza. A geometria, a flexibilidade das curvas e a maqueteção eram ferramentas centrais para traduzir ideias complexas em estruturas viáveis.
Legado e continuidade: a construção enfrentou interrupções severas, incluindo a Guerra Civil. Hoje, a Sagrada Família permanece como uma das obras mais icônicas do modernismo catalão, atraindo visitantes do mundo inteiro.
Observação final: a narrativa de Gaudí e da Sagrada Família se confunde com o próprio tempo de Barcelona, cuja vocação turística cresce junto com a curiosidade sobre o que o arquiteto sonhou para a monumental igreja.
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