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Mulher é condenada em Goiás por envenenar familiares do namorado

Advogada é condenada a seis anos e dois meses por perseguição, extorsão e falsidade ideológica contra o ex-namorado; duplo homicídio ainda depende de julgamento

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A advogada Amanda Partata Mortoza, presa desde dezembro de 2023, foi condenada em Goiás a 6 anos e 2 meses de prisão. Ela é ré nessas acusação de perseguição, extorsão e falsidade ideológica contra o ex-namorado. A defesa ainda pode recorrer.

A decisão não finaliza o caso. A Justiça também analisa o duplo homicídio de sogro e sogra, supostamente envenenados pela criminosa. O júri ainda não ocorreu para esse crime, segundo a denúncia.

A condenação ocorreu na capital goiana. O caso envolve mortes ocorridas em 2023 e investigações apontaram a motivação como vingança após o término do relacionamento. A defesa sustenta dúvidas sobre o conjunto probatório.

Contexto do Caso

A Polícia Científica concluiu que o veneno foi usado para intoxicar os bolos de pote consumidos pelas vítimas. O alimento foi consumido no café da manhã com a advogada presente na cena, segundo o laudo.

A motivação descrita pela Justiça aponta rejeição ao fim do namoro, com sentimentos de abandono e raiva. A suspeita de envenenamento envolve bebidas e alimentos preparados pela acusada.

Detalhes da Sentença

As penas específicas somam 6 anos e 2 meses de reclusão, além de multas, em regime fechado para a maior parte dos crimes. A indenização de 25 mil reais por danos morais foi destinada ao ex-namorado.

A sentença também determina pagamento de dias-multa proporcionais ao salário mínimo da época, com valores convertidos em recursos para o Fundo Penitenciário Estadual. A defesa já anunciou recurso.

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