Os dois helicópteros que se envolveram numa batida no ar no Rio de Janeiro, neste domingo (14), não tinham autorização para transporte de táxi-aéreo. A confirmação veio da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), com base em matrículas verificadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). O acidente deixou seis mortos.
Segundo a FAB, as aeronaves estavam registradas com códigos que indicam status de não autorizado para esse tipo de serviço. A verificação foi realizada pela plataforma Voe Seguro, que aponta as matrículas como não autorizadas para o transporte de passageiros. A situação acende alerta sobre a legalidade de voos comerciais não regulamentados.
A Anac informou, por meio de nota ao R7, que lamenta as vítimas e orienta passageiros a confirmarem a autorização da aeronave antes de viajar. A agência destacou que o transporte ilegal de passageiros é crime e coloca vidas em risco. A plataforma também registra denúncias de táxi-aéreo clandestino.
Autorização e riscos
A apuração sobre as condições das aeronaves envolve o Cenipa, que deve esclarecer as causas do acidente. Investigadores já estiveram no local para coletar informações sobre o que motivou a queda de uma das aeronaves, enquanto outra explosão foi relatada.
A Anac ressalta a importância de conferir, junto às autoridades, a autorização específica para o serviço de táxi-aéreo antes de cada embarque. O Cenipa deve consolidar dados para identificar fatores contributivos e prevenir ocorrências futuras.
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