No último ano, as mulheres representaram 10,9% do efetivo total das Forças Armadas do Brasil, compostas pelo Exército, Marinha e Aeronáutica. Entre 2021 e 2025, o número de militares do sexo feminino passou de 34.227 para 37.622, um crescimento de 9,9% em cinco anos.
O movimento é acompanhado pela ampliação do alistamento feminino, iniciado em 2025, com candidatas acima de 18 anos podendo se alistar voluntariamente. A iniciativa visa aumentar gradualmente a participação feminina no serviço militar inicial, com meta de chegar a 20% das vagas em 10 anos.
Na prática, a Polícia e as Forças têm estruturado a integração feminina, com formação básica de 3 a 4 meses e atividades administrativas e operacionais após a incorporação. Em 2026, o Serviço Militar Inicial Feminino registrou 1.467 ingressos, distribuídos por 13 estados e o Distrito Federal.
ALISTAMENTO FEMININO
Em março de 2026, pela primeira vez mulheres foram incorporadas ao SMIRF (Serviço Militar Inicial Feminino). A ação envolveu 1.467 pessoas que passaram pela formação e integração às atividades das Forças, com a seleção ocorrendo entre 34.000 inscritas.
A formação aborda rotina militar, horários, treino físico, manejo de armamentos, guarda no quartel, desfile e exercícios de campo. As funções subsequentes para as 1.467 incorporadas variam entre administrativas e operacionais.
1ª MULHER GENERAL
Em 2026, a médica coronel Cláudia Lima Gusmão Cacho tornou-se a 1ª mulher a alcançar o generalato no Exército. A promoção ocorreu em cerimônia de 1º de abril, com o comando destacando o avanço histórico da participação feminina.
O Exército também destacou a inclusão de mulheres no quadro de Comunicações e em áreas de combate, como parte da evolução institucional. A jovem em destaque fazia parte de um grupo de 30 oficiais promovidos naquela solenidade.
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