Desde o Salão do Automóvel do ano passado, a Kia Tasman divide opiniões no Brasil por seu visual angular e frente quadrada. A marca reconhece que o design é polarizante e que ajustes estão em estudo para atrair mais compradores.
Em mercados como a Austrália, onde já é vendida, as vendas não atingiram as expectativas. A Kia admite a necessidade de repensar o styling e planeja mudanças que devem ocorrer antes de uma atualização de meia-vida, segundo o gerente de planejamento de produto local.
Mercados e próximos passos
No Brasil, a Tasman chega em 2026 com a missão de competir com a Hilux e a Ranger, líderes de vendas e tecnologia no segmento. A estratégia envolve mais opções de motorização e pacotes de acessórios.
A vocação é manter o conjunto mecânico robusto, sem eletrificação, e ampliar o pacote tecnológico para atrair o consumidor de picapes médias. A atualização de visual está prevista para ocorrer ao longo de vários anos de ciclo do produto.
Desempenho e especificações
A Tasman mede 5,41 metros de comprimento, 1,93 m de largura e 1,87 m de altura, com 3,27 m de entre-eixos. O motor é 2.2 turbodiesel de quatro cilindros, com 210 cv e 45 kgf·m de torque, acoplado a câmbio automático de oito marchas e tração 4×4 com reduzida.
A aceleração de 0 a 100 km/h é estimada em 9,7 segundos, posicionando a Tasman próximo da média do segmento. Em comparação, a Hilux com motor 2.8 turbodiesel fica em torno de 10 segundos, e a Ranger com V6 chega a 9,2 segundos.
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