A Fundação Ibercaja celebra 150 anos desde a sua criação em 1876, quando surgiu como Caja de Ahorros y Monte de Piedad de Zaragoza. Em 2014, tornou-se fundação bancaria e passou a deter 88% do Ibercaja Banco. A instituição é vista como motor de transformação para a economia e a sociedade de Aragón.
A trajetória da entidade acompanha a história econômica da região. Em seus 150 anos, a fundação apoiou o desenvolvimento de territórios e pessoas, com quase 3.300 iniciativas e mais de 600 projetos financiados no último ano, chegando a beneficiar cerca de 1,5 milhão de pessoas.
A organização destaca marcos como a aquisição do Patio de la Infanta em 1958, a criação de Aramón em 2002 e a reabertura de Mobility City, ligada ao design de Zaha Hadid para a Expo 2008. Hoje, a atuação se concentra em ações sociais, cultura, educação e emprego.
Organização e atuação
Entre as linhas estratégicas atuais, a cultura ganha destaque junto à ação social, ao apoio ao território e à educação. A diretoria descreve a missão de aproximar arte, música e patrimônio da população, com juventude artística, grandes exposições e valorização de obras.
A fundação também atua na recuperação de patrimônios, como o Palacio de Villahermosa, em Huesca, e o Patio de la Infanta, em Zaragoza, além de iniciativas como o Arco del Deán e o Palacio de Larrinaga, reaberto recentemente.
Projetos futuros
Para fortalecer a presença no território, foram abertos centros culturais em Aragón, La Rioja, Guadalajara e Madrid. O projeto mais relevante é a reforma do Museo Goya, que reabrirá no dia 8 de outubro, integrando tecnologia e inovação às grandes obras.
Ao longo de 150 anos, a Fundação Ibercaja busca manter o desenvolvimento humano e a contribuição para o território, com ações voltadas ao presente e a propostas futuras.
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