O Palácio de Kensington confirmou que o príncipe George começará seus estudos em setembro no Eton College, instituição tradicionalmente britânica. George ingressará aos 13 anos, seguindo a linha de ensino interna da escola e o costume de famílias reais britânicas.
A decisão permanece alinhada à trajetória educativa da família. William também estudou em Eton na década de 1990, assim como Harry, o que torna a opção uma continuidade de escolha para a linha de sucessão ao trono.
Detalhes da mudança
Segundo relatos, a mãe do príncipe, Kate Middleton, teria resistência à ideia de o filho morar longe de casa desde cedo, por receios de pressionar o jovem. A fonte destaca que o casal discutiu o tema por anos até chegar ao acordo.
O Eton College fica em Berkshire, próximo a Windsor, e foi fundado em 1440 pelo rei Henrique VI. Ao longo de séculos, formou inúmeros líderes, artistas e nomes da realeza, mantendo até hoje um regime de internato integral com mais de 1.300 alunos.
Estrutura e custo
Entre os diferenciais, o colégio mantém um sistema de casas e um uniforme tradicional composto por casaca preta, colete, calça social e gravata branca. A mensalidade anual fica acima de 63 mil libras esterlinas, equivalente a mais de meio milhão de reais, segundo câmbio atual.
O histórico da escola inclui 20 primeiros-ministros britânicos, além de talentos nas artes. O internato é visto como símbolo da educação britânica e, mesmo com fama de elite, oferece programas de bolsas para reduzir o impacto financeiro para estudantes provenientes de famílias com menos recursos.
Perspectivas e contexto
A instituição preserva construções com mais de 500 anos e releva a influência histórica no esporte, com relevante participação na gênese de regras do futebol moderno. A presença de George em Eton reforça a continuidade de uma tradição educacional associada à monarquia e ao debates sobre acessibilidade.
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