O tempo médio de espera para marcar o exame de condução permanece longe do alvo. Segundo o Transport Secretary, a fila não deve reduzir para sete semanas até o outono do próximo ano. A afirmação acompanha dados da Driver and Vehicle Standards Agency (DVSA).
No mês passado, a média de espera para agendar o exame ficou próximo de 22 semanas. O atraso é atribuído a uma demanda elevada e a dificuldades operacionais no sistema de marcações, inclusive com casos de uso indevido.
Já havia mudanças em vigor desde 2023 para reduzir longas esperas e evitar que placeholders sejam ocupados por bots ou revendidos a preços superfaturados. Entre as medidas, está a restrição de que apenas o próprio candidato pode marcar a sua prova.
Historicamente, antes da pandemia, a espera ficava em cerca de cinco semanas. A DVSA inicialmente estabeleceu a meta de reduzir a média para sete semanas até o fim de 2025, mas essa data foi adiada para o verão de 2026 por autoridades.
As mudanças recentes incluem limitar alterações em uma marcação já existente e, desde maio, permitir apenas que alunos agendem as provas, não instrutores. A partir de junho, mudanças de local apenas para os três centros mais próximos do local original passaram a ser permitidas.
Especialistas afirmam que a demanda continua alta e que ainda há trabalho a ser feito para normalizar o calendário de exames. A secretária de Transportes indicou que há sinais de melhoria, com queda de cerca de 70% no volume de trocas de marcação desde as mudanças mais recentes.
Outra linha de ação em análise envolve ampliar a transparência dos dados. A secretária informou que, após o aumento de examinadores verificado nos 12 meses encerrados em maio, os números de espera devem passar a ser divulgados de forma mais detalhada por centro de exame.
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