Oito tripulantes morreram quando um bombardeiro B-52 da Força Aérea dos EUA caiu próximo à Edwards Air Force Base, na Califórnia, na manhã de 15 de junho, durante decolagem de um teste ligado a um programa de modernização de radar. A investigação permanece em curso.
A identificação oficial dos ocupantes foi anunciada pela base na semana seguinte. O grupo era composto por oficiais da reserva e civis que trabalhavam na Edwards e na Boeing, conforme informações divulgadas pela imprensa militar.
Entre os falecidos estão o Coronel Gregory Watson, da Força Aérea Reservista, e o tenente-coronel Gabriel Estrella, além de pilotos e engenheiros de teste vinculados à 419th Flight Test Squadron e à Edwards AFB. Nomes completos foram confirmados pela força.
Majores, coronéis e especialistas viviam em Califórnia, com origens em Shreveport, Tehachapi e Lancaster. A aeronave de longo alcance havia decolado para uma missão de teste e não houve sobreviventes, segundo relatos oficiais.
O chefe interino da base, o coronel James Hayes, declarou que a queda era considerada sem chances de sobrevivência e que a apuração deve levar cerca de seis meses. A comunidade militar expressou apoio às famílias das vítimas.
A tragédia marcou o primeiro acidente na Edwards AFB desde 1992, quando um MITSUBISHI MU-2 Marquise caiu durante a aproximação, provocando perdas de duas pessoas a bordo e ferimentos graves em sete passageiros.
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