Monique Medeiros se pronunciou pela primeira vez treze dias após ganhar perdão judicial e deixar a prisão. A manifestação ocorreu por meio de seu advogado, Hugo Novais, que informou mudanças em sua rotina desde a libertação. O perdão judicial foi concedido no dia 4 de junho, durante o julgamento pela morte de Henry Borel.
A defesa destacou que Monique vive reclusa, quase sem sair de casa, devido a ameaças e campanhas de ódio. Segundo o advogado, a vida externa da devedor é restrita e ela dedica grande parte do tempo ao estudo do processo, que soma milhares de páginas.
Além disso, a equipe jurídica comentou sobre a demissão do cargo público que Monique ocupava como professora na capital, criticando o processo de desligamento. A família já presta suporte financeiro para a pelação, enquanto o pai de Henry, Leniel Borel, recorreu da decisão em curso.
Monique também expressou, por meio do advogado, o medo da possibilidade de voltar à prisão caso haja novo desdobramento legal no caso de Henry Borel, o que geraria frustração entre quem acompanha o caso. A defesa afirmou que a cobrança social enfrentada envolve críticas pela função materna diante das expectativas públicas.
Em resumo, o posicionamento público de Monique ocorre dias após a libertação com perdão judicial, enquanto a defesa aponta impactos pessoais, profissionais e psicológicos decorrentes do caso Henry Borel.
Entre na conversa da comunidade