Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Caso Gritzbach, segurança reforçada e mudanças no Fórum de Guarulhos

Júri de três PMs pelo assassinato de delator do PCC tem segurança reforçada e entorno do Fórum de Guarulhos com vias fechadas até sexta

Vias fechadas e policiamento reforçado no Fórum de Guarulhos para julgamento de PMs acusados de matar Antônio Vinicius Gritzbach
0:00
Carregando...
0:00

O júri popular de três policiais militares acusado de assassinato de um delator do PCC teve início nesta segunda-feira no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. O esquema de segurança foi reforçado e a rotina do prédio mudou para atender ao julgamento.

Ruas ao redor foram fechadas para veículos e audiências de outros processos foram suspensas. Viaturas da PM, da Guarda Municipal e equipes de trânsito monitoram entradas do edifício, com acesso restrito apenas a pessoas diretamente ligadas ao caso e a imprensa cadastrada.

O tempo estimado para a conclusão é até sexta-feira. O júri ocorre sob a presidência do juiz responsável, com esquema de segurança rígido que inclui detectores de metal e revista de bagagens.

Jurados e início das oitivas

Quatro homens e três mulheres foram sorteados para o Conselho de Sentença. Começaram as oitivas das 21 testemunhas, iniciando pela pessoa ferida no ataque.

Os promotores arrolaram nove testemunhas, incluindo policiais que atuaram na investigação. Familiares dos acusados e dois policiais civis também depõem como testemunhas de acusação.

Entre os réus, três policiais militares respondem por homicídio qualificado e duas tentativas. Eles são acusados de participar da morte do delator Antonio Vinícius Lopes Gritzbach, ocorrida em novembro de 2024 no aeroporto de Guarulhos.

Contexto do caso e desdobramentos

Gritzbach havia delatado esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC e relatos de extorsões sofridas por policiais civis. O ataque no aeroporto resultou em mais uma morte e ferimentos, levando à prisão dos agentes envolvidos.

Os três PMs são acusados com base em evidências de geolocalização, registros de celulares, material genético encontrado no veículo usado na fuga e imagens de câmeras. Eles negam participação e defendem-se com provas documentais e testemunhais.

Três réus apontados como mandantes permanecem foragidos. Dois deles já teriam deixado o país, enquanto um terceiro permanece sem localização até o momento. A investigação segue com diligências para confirmar as informações.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais