A assessoria de Sabrina Sato comentou denúncias feitas em uma ação trabalhista movida por uma ex-faxineira contra a Sato Rahal Empreendimentos Artísticos, sociedade da apresentadora e de seus irmãos. A trabalhadora afirma ter prestado serviços de outubro de 2025 a fevereiro de 2026, em regime de diarista.
Segundo o processo, a ex-funcionária dizia sofrer rotina de 12 horas diárias, em escala 6×1, sob supervisão direta de Dona Kika, mãe de Sabrina, e de uma gerente da empresa. Das 8h às 20h, seriam impostas metas diárias com restrição de pausas para almoço.
A autora aponta ainda suposto acúmulo de funções, transporte de insumos sem reembolso e ausência de registro em carteira, além de tratamento degradante e isolamento no ambiente de trabalho. O desligamento ocorreu em 24 de fevereiro de 2026, via mensagem, sem pagamento de verbas rescisórias.
Decisão judicial e arquivamento técnico
A 47ª Vara do Trabalho de São Paulo indeferiu o andamento da reclamação por falha técnica no pedido. Por tramitar pelo rito sumaríssimo, seria necessário indicar com exatidão os valores de todas as verbas, o que não ocorreu.
O processo foi extinto sem análise do mérito e encaminhado ao arquivo definitivo em 11 de abril de 2026. A justiça manteve o direito da autora de ingressar com nova ação, devidamente estruturada, caso julgue necessário.
Assessoria nega acusações
A assessoria de Sabrina Sato informou, por meio de nota, que as alegações não correspondem à realidade dos fatos. A empresa afirma que a autora prestou serviços por poucas semanas, em caráter de diarista, sem relação com a narrativa apresentada.
A nota ainda destaca que Dona Kika não ocupa cargo de gestão na Sato Rahal e, à época, cuidava do pai de Sabrina, que tratava de um câncer. A defesa sustenta que não houve relação de hierarquia descrita pela ex-funcionária.
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