O empresário corintiano Leonardo Ceschini foi condenado por feminicídio pelo Tribunal de Justiça de São Paulo na noite desta segunda-feira (31), pela morte da esposa palmeirense, Érica Fernandes Alves Ceschini.
O crime ocorreu em janeiro de 2021, após uma discussão relacionada à final da Copa Libertadores, vencida pelo time alviverde. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.
O julgamento foi realizado no Plenário 3 do Complexo Judiciário Ministro Mário Guimarães, no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo.
O empresário corintiano Leonardo Ceschini foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, na noite desta segunda-feira (31), a 13 anos e 24 dias de prisão pela morte da esposa palmeirense, Érica Fernandes Alves Ceschini.
O crime ocorreu em janeiro de 2021, após uma discussão relacionada à final da Copa Libertadores, vencida pelo time alviverde. A pena deverá ser cumprida em regime fechado.
O julgamento foi realizado no Plenário 3 do Complexo Judiciário Ministro Mário Guimarães, no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo.
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Segundo a denúncia, Leonardo e Érica discutiram durante a madrugada após o jogo. Durante a briga, o empresário pegou uma faca e atingiu a esposa com diversos golpes. O crime ocorreu na presença dos filhos do casal.
O Conselho de Sentença reconheceu a autoria do crime e as qualificadoras de feminicídio e meio cruel. Também foi reconhecida a causa de aumento de pena pelo fato de o homicídio ter ocorrido na presença dos filhos.
Crime
Leonardo acionou a Polícia Militar por volta da 1h de 30 de janeiro de 2021. Ao chegarem à residência, os policiais encontraram Érica inconsciente no chão da cozinha. Ela tinha ferimentos nas pernas e nas costas provocados por golpes de faca. O óbito foi constatado ainda no local.
O empresário também apresentava um ferimento por objeto cortante no abdômen e foi levado ao Hospital do Mandaqui, onde passou por cirurgia.
Inicialmente, Leonardo afirmou às autoridades que Érica o havia atacado com uma faca e, depois, tirado a própria vida. Em outro depoimento, mudou a versão e disse que, após ser ferido, tomou a faca da companheira e a golpeou diversas vezes. Ele confirmou que a discussão havia começado por causa da partida de futebol.
Após o crime, Leonardo foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. Meses depois, porém, a Justiça determinou sua soltura por considerar que houve excesso de prazo para o oferecimento da denúncia.
Em fevereiro de 2024, ele foi pronunciado pela Justiça e encaminhado a julgamento pelo Tribunal do Júri. Na ocasião, também foi autorizado a recorrer em liberdade.
À imprensa, a mãe de Érica afirmou após o julgamento que se sentia aliviada com a condenação, embora considerasse a pena baixa. “Treze anos para quem tirou uma vida é pouco”, disse.
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