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Sorocaba, Belém e Santo André se destacam na atratividade imobiliária do 2º trimestre

Sorocaba, Belém e Santo André emergem como novas potências no mercado imobiliário, enquanto Salvador enfrenta queda em todas as faixas de renda

Hotel em construção antes da cúpula do clima COP30 em Belém (Foto: Wagner Santana/Reuters)
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  • Sorocaba, Belém e Santo André tiveram os maiores avanços em atratividade imobiliária no segundo trimestre de 2023, segundo o Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil.
  • Salvador apresentou desempenho negativo, com queda em todas as faixas de renda.
  • Curitiba lidera o segmento econômico, seguido por São Paulo e Fortaleza. Sorocaba subiu para a quinta posição.
  • Goiânia se destacou no segmento de médio padrão, superando São Paulo e alcançando a liderança.
  • No alto padrão, São Paulo continua na frente, com Santo André avançando 12 posições e entrando no radar dos investidores.

Sorocaba, Belém e Santo André se destacaram no segundo trimestre de 2023, apresentando os maiores avanços em atratividade imobiliária, conforme o IDI (Índice de Demanda Imobiliária) Brasil. Enquanto isso, Salvador registrou um desempenho negativo, caindo em todas as faixas de renda.

O IDI-Brasil, que avalia 77 municípios com potencial para novos empreendimentos habitacionais, considera indicadores como demanda direta e dinâmica econômica. A pesquisa é resultado de uma parceria entre o Ecossistema Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta, com apoio da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

Curitiba continua a liderar no segmento econômico, voltado para famílias com renda entre R$ 2.000 e R$ 12 mil. São Paulo e Fortaleza ocupam o segundo lugar. Sorocaba subiu para a quinta posição, superando cidades como Recife e Porto Alegre. Aracaju também teve um bom desempenho, avançando três colocações.

No segmento de médio padrão, Goiânia se destacou, ultrapassando São Paulo e assumindo a liderança. Sorocaba também teve um avanço significativo, subindo oito posições e alcançando o quinto lugar. Belém reverteu uma sequência negativa, saltando 17 posições e alcançando a 18ª colocação, impulsionada pelas expectativas em torno da COP 30, que ocorrerá na cidade em 2025.

No alto padrão, São Paulo permanece na liderança, seguido por Goiânia e Brasília. Santo André teve um salto de 12 posições, entrando no radar dos investidores, enquanto Sorocaba também avançou, figurando entre as dez cidades mais atrativas nesse segmento. A pesquisa evidencia a descentralização da demanda imobiliária no Brasil, refletindo um cenário dinâmico e em transformação.

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