Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Espanha aprova novo modelo de acolhimento para menores estrangeiros não acompanhados

Espanha aprova lei que obriga todas as regiões a acolher menores migrantes, mas enfrenta resistência de comunidades autônomas.

0:00
Carregando...
0:00

A Espanha aprovou um novo modelo de acolhimento para menores estrangeiros não acompanhados, que agora é obrigatório para todas as comunidades autônomas. A nova lei de extranjería foi aprovada com o apoio de 179 deputados, enquanto apenas os partidos PP e Vox votaram contra. A ministra de Infância, Sira Rego, planeja iniciar os traslados de menores até o verão, apresentando os números de reubicación a todas as regiões. No entanto, algumas comunidades ainda não informaram quantos menores acolhem, o que pode dificultar o processo.

As Ilhas Canárias, que abrigam cerca de seis mil crianças em uma rede projetada para oitocentas, precisam formalizar sua situação de emergência migratória para ativar a reubicación. A prioridade será dada a adolescentes com mais de 16 anos e sem vínculos estabelecidos. Apesar do otimismo, o presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, enfrenta desafios, incluindo questões financeiras com o governo central, que totalizam 135 milhões de euros. A situação dos menores que pediram asilo também está pendente de decisões judiciais.

Após um extenso período de negociações, a Espanha aprovou um novo modelo de acolhimento para menores estrangeiros não acompanhados. A nova lei de extranjería, aprovada com o apoio de cento e setenta e nove deputados, impõe a obrigação de que todas as comunidades autônomas acolham esses menores, promovendo a solidariedade entre as regiões. Apenas os partidos PP e Vox votaram contra a medida, que foi recebida com emoção por membros do governo.

A ministra de Infância, Sira Rego, planeja iniciar os traslados de menores até o verão, após a apresentação das cifras de reubicación a todas as comunidades autônomas. Os critérios de distribuição levarão em conta fatores como população e esforço prévio de acolhimento. No entanto, algumas comunidades, como Aragón e Madrid, ainda não forneceram informações claras sobre a quantidade de menores que acolhem, o que pode complicar o processo.

O governo canário, que atualmente abriga cerca de seis mil crianças e adolescentes em uma rede projetada para oitocentas, precisa formalizar sua situação de contingência migratória. Essa declaração é essencial para ativar legalmente a reubicación dos menores e garantir que os recursos estejam adequados para o acolhimento. A prioridade será dada aos adolescentes com mais de dezesseis anos e sem vínculos estabelecidos.

Apesar do entusiasmo, o presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, ainda enfrenta desafios, incluindo contenciosos com o governo central sobre compensações financeiras. O valor total reivindicado chega a cento e trinta e cinco milhões de euros. A situação dos menores que solicitaram asilo também permanece indefinida, aguardando decisões do Supremo Tribunal.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais